Minhas noites estão começando a ficar cada vez mais animadas. Calma, juro que não estou falando de nada proibido para menores.

É que chegamos naquela fase da gravidez em que o bebê começa a se movimentar de uma tal forma que parece estar gentilmente pedindo que você não fique naquela posição que parecia tão confortável.

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Assim que consigo colocar meu filho de 3 anos na cama adormecido, começa a minha bebê a fazer suas artes intra-uterinas… rs. Não é reclamação de forma alguma, eu confesso que até me divirto sentindo um pezinho aqui, uma mãozinha ali, imaginando que movimentos que ela deve estar fazendo aqui dentro, e achando isso o máximo…

Mas mamães, vocês sabem bem do que estou falando… a barriga vai crescendo e por si só já nos limita um pouco as posições. E assim que achamos aquela que parece perfeita, “alguém” parece discordar!

Pois é, mas quer saber? Já conheço essa história. Eu me viro de um lado e do outro, e penso: “quando será que vou conseguir dormir direito?”, mas quando tudo isso acaba, sinto saudade até desses momentos em que parecia que não ia acabar nunca… e olha que estou só no segundo, hein? Se depender da minha saudade, acho que chego no 4!

E você?

Um abraço.

Cecília.

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Você está grávida e é mamãe de primeira viagem?

Se respondeu sim a minha pergunta acima, queria dividir algumas coisas com você.

Se respondeu não, esse texto também é para você, pois acredito que poderá se identificar com minhas considerações.

Os primeiros 2 meses (ou mais, em alguns casos) serão de total “adaptacção”:

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Enquanto os primeiros dias com o bebê em casa serão de descobertas (do tipo tentar decifrar cada choro – e você vai conseguir bem rápido), os primeiros meses com ele serão de adaptação de toda a família. O sono será diferente, a hora das refeições será diferente, a própria refeição será diferente. Se você está acostumada a prepará-las, pode precisar de ajuda de alguém para isso ou pedir comida fora de vez em quando.

Ah! Os banhos também vão mudar! Vai demorar um pouquinho para você tomar aquele banho delicioso e relaxante de rainha, sabe? Mesmo se não estiver sozinha com o baby, vai querer tomar banhos mais curtos, afinal ele pode precisar de você justamente enquanto estiver lavando o cabelo (e isso provavelmente irá acontecer).

Muitas dúvidas vão aparecer: a pele descascar é normal? Fazer tanto cocô é normal?  Suar tanto pela cabeça é normal? E muitas mais… diferentes ou iguais a estas, afinal cada bebê funciona de um jeito e cada família estará preparada (ou não) até certo ponto. É bom ir anotando tudo o que precisar de resposta para as primeiras consultas ao pediatra, e acredite, eles estão super acostumados com essas listinhas!

Depois fica mais fácil…

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Aí os meses vão passando, seu bebê vai interagindo mais. Fazendo caretas quando não curte alguma coisa (o mais fofo são os biquinhos antes de chorar) e você vai reconhecer aquela confortável carinha de “não preciso de nada agora”.

Todo aquele começo de dúvidas será rapidamente lembrado com muito humor ou até mesmo esquecido, e com 5 ou 6 meses você já vai estar pensando: “Até que somos bons pais… já podemos ter outro!” rs.

E, mais do que nunca, cada SEGUNDO é especial, por mais tenso que seja, vai passar rápido demais, e não tem como fugir disso. Por isso curta muito, cheire muito, pegue no colo sempre que der vontade, faça o que o seu coração mandar mesmo que isso não seja o que outras pessoas fariam. Afinal, o filho é seu! :-)

Um abraço!

Cecília

 

 

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Estar em casa cuidando do(s) filho(s) é uma delícia, tive essa experiência com o Thiago por um bom tempo e agora também terei com a Marília, pelo menos nos primeiros meses. Mas preciso dizer que ainda mais importante do que o tempo que passamos com nossos filhos é a QUALIDADE desse tempo.

É importante reconhecer quando estamos cansadas, estressadas, sem paciência… e principalmente aceitar essa condição, que é absolutamente normal se somos seres humanos! Aprender a administrar nosso estresse está entre as principais dicas para quem quer criar filhos felizes, então já sabemos que estar com eles 24h por dia não necessariamente fará com que ele se sinta completo e plenamente feliz…

É preciso um tempo para nós. Um relaxamento, uma atividade recreativa, um simples café da tarde sozinha com seus pensamentos, ou até continuar a terapia interrompida por conta da proximidade do parto (super apoio! Rs). Isso pode ser difícil nas primeiras semanas de vida do bebê, mas conforme ele vai tendo uma rotina você conseguirá identificar o melhor momento para essa dedicação a si mesma.

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Nossos pequenos podem parecer bebezinhos indefesos, mas conforme vão crescendo é muito importante para eles que convivam com pessoas que estejam felizes, que estejam tranquilas e cheias de carinho para dar quando estão com eles. É claro que sempre teremos preocupações, mas se tivermos alguma forma de aliviar essa tensão (e aqui não conta ficar brincando com o baby, apesar de ser uma atividade bem relaxante), tudo vai fluir melhor!

Me lembro quando meu filho tinha pouco mais de 1 mês e eu sairia sem ele pela primeira vez, para fazer a unha, em um salão praticamente na esquina de casa. O evento foi planejado com antecedência e combinado nos mínimos detalhes com minha mãe (que ficaria com ele nesses longos 50 minutos), e tinha mais um caráter de “vamos ali lembrar que ainda existe mundo longe dele” do que o estético propriamente dito, já que eu não tinha o costume de fazer a unha sempre e isso não era problema para mim. Não me lembro de ter falado conversado sobre nada que não dissesse respeito aquela coisinha mais linda do mundo que estava me esperando em casa, mas foi um ótimo exercício e me fez perceber como seria dali para frente. Difícil, estranho, mas necessário. Cheguei MORRENDO de saudades dele! Rsrs.

Então antes de se sentir menos mãe quando sente vontade de ficar 25 minutos sozinha e em silêncio, repare se está tendo ajuda e se é possível que você mesma tome alguma atitude para mudar. Ficar com os filhos é uma delícia, mas saber que a gente ainda existe longe deles e o amor continua o mesmo (de ambos os lados), é melhor ainda.

Um abraço!

Cecília.

 

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Eu costumo dizer que nem mesmo quando estamos grávidas sentimos 100% como é ser mãe. Afinal o grande acontecimento, que é o nascimento, é um marco incrível na linha do tempo da nossa vida. O que foi antes ficou para trás, bye-bye! A vida (re)começa naquele dia.

Pensando nisso resolvi pontuar as coisas mais importantes que aconteceram comigo depois daquele 03/12/2012 em que meu príncipe nasceu:

1) Me tornei infinitamente mais preocupada com o mundo.

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Acho que sempre prestei atenção ao que ocorre do lado de fora do trabalho, de nosso casa, enfim, no mundo. Mas depois que o Thiago nasceu a preocupação sempre é: “Meu Deus, como serão as coisas quando ele crescer?”, isso em todos os aspectos: segurança, saúde, meio-ambiente. Acho que se tornar mãe engrandece a pessoa nesse sentido, faz a gente querer colocar mais a “mão na massa” pra mudar as coisas… nem que seja só um pouquinho…

2) Me tornei ainda mais (e achava que isso era impossível..rs!) sensível ao próximo. Entrei naquela idéia de que “todo mundo tem mãe”. Antes meu lado psicóloga já me fazia pensar que todo mundo tem a sua história, mas agora a coisa ficou tensa… rs! Todas as pessoas para mim merecem carinho, amor, uma segunda chance em seus erros, e isso é muito bom do ponto de vista humano, mas também preciso estar atenta o tempo todo se estou exagerando na dose… as vezes uma cara feia ou um não muito bem dado é mais do que necessário!

3) Os dias tristes ficaram mais escassos. É verdade o que você sempre ouviu… as crianças sentem no ar quando estamos chateados com algo. Várias vezes me vi aborrecida e lá vinha o Thiago me beijando e me abraçando, ou até antes de saber fazer tudo isso, ele lançava um sorrisinho de canto de boca e eu já entendia tudo. Ele queria que eu ficasse bem! :-)

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4) Valorize seu tempo! E não somente o tempo em que estamos com eles! Brincar e conversar com meu filhote está entre as coisas que mais gosto de fazer neste mundo, mas também aprendi que quando ele dorme ou está na escolinha eu posso (e não vejo problema algum nisso) correr para fazer minhas coisas, planejar a minha vida… A gente precisa arrumar um tempo para nós também.

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5) Educar não é nada fácil! E começa bem cedo. Mesmo naquela fase em que o bebê começa a explorar o mundo é importante dizer não. As vezes a gente se sente chata de tanto repetir e até pensamos que as crianças não entendem nada… Mas elas entendem sim! Você vai ver quantas vezes seu bebê vai olhar para você antes de fazer uma arte. Eles sabem o que pode e não pode… e isso é graças a você! Rs

Enfim, é assim que me sinto…

Te convido a fazer a sua listinha do que você aprendeu, é um exercício muito bacana que nos permite uma reflexão que nem sempre conseguimos fazer…

Até a próxima semana!

Abraços.

Cecília.

 

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