Chega logo, minha menininha!

E no auge das minhas 35 semanas de gravidez da minha filhota Marília, começo a me acostumar com o mundo cor-de-rosa.

Como as coisas são diferentes de um sexo para o outro. Quando estava grávida do Thi tinha um monte de roupinha de “homenzinho” espalhadas pela casa… calças jeans, sapatinhos de mocinho, blusas de capuz camufladas. Uma graça, cada peça me fazia morrer de amor.

Antes mesmo de engravidar de novo, eu já sentia que a próxima seria uma menina. Mas quando aconteceu não imaginaria tanta diferença nas roupas e acessórios. Tudo o que eu ia ver era rosa. Ou rosa, ou de oncinha. E eu sou uma pessoa vaidosa, mas super discreta, não conseguia imaginar minha bebê com casacos de oncinha ou calças cheias de brilho.

Mas até que os meses foram passando e conforme fui ganhando presentinhos e começando a transformar um quarto cheio de Power Rangers e Super-heróis em um quarto que será dividido por dois irmãos de sexo diferente, a ficha começou a cair (ainda bem!).

Cada roupinha começou a ser imaginada com um corpinho dentro, um cheirinho gostoso, um cuidado… e depois do Chá de bebê já não consigo pensar em muita coisa além de escutar o chorinho da Marilinha se espalhando pela casa.

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O Thiago também, já separou alguns bichinhos que ele quer dar para ela, já pergunta umas 35 vezes por dia se ela vai demorar muito para nascer. Nossa, uma gestação para uma criança de 3 anos deve parecer muito mais longa, né?

Mas escrevo aqui na ânsia de compartilhar logo com vocês como ela é… como ela será aqui desse lado de fora… porque do lado de dentro, ela já é muuuito amada e esperada! :-)

Um abraço.

Cecília.

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Como você se imaginava como mãe?

É engraçado como a gente até faz uma idéia de como seremos quando nos tornarmos mães, mas quando ocorre é bem diferente da realidade.

Eu sempre imaginei que seria muito carinhosa e amorosa com meus filhos, pois assim eu já era com as pessoas que queria bem. Mas o fato é que, daquele momento em que seu filho nasce em diante, tudo na sua vida muda. Toda a nossa personalidade muda. Não vou dizer que você aprende a amar naquele dia, porque afinal você já havia amado antes… mas não desta forma.

Como pode uma pessoinha tão pequena e indefesa provocar na gente sentimentos tão intensos? Até meu filho nascer, nunca me imaginei brigando com ninguém. Eu nunca fui de brigar, sempre fui da paz, sempre tentei ser meio que conciliadora. Mas quando ele nasceu, eu sabia que seria capaz de tudo por ele. De brigar, de gritar, de tudo mesmo, se for para defendê-lo.

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Meu filho, eu não imaginava que essa coisa de “filhos são para o mundo”, “eles vão ter suas próprias decepções” ou simplesmente “Deixa ele cair para aprender” seria tão difícil de colocar em prática ou imaginar. Não, eu não queria (ainda bem) colocar você em uma bolha de plástico, jamais deixaria você preso em casa evitando que você tivesse as suas próprias vivências… mas daí para te ver dando cambalhota em cima do colchão e não sentir pelo menos um frio na espinha é outra coisa… rsrs.

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Seu sorriso aos poucos foi se tornando mais importante e gratificante do que qualquer presente que eu pudesse imaginar ganhar. Seu abraço e seus carinhos são a melhor definição de felicidade. E seu “mamãe” me faz sentir a pessoa mais importante do mundo…

Mesmo com a minha filhota da barriga, mexendo a cada dia mais, e chegando cada vez mais próxima da sua horinha de vir ao mundo, sei que também já me sinto mãe dela, mas que aquele sentimento maluco (e incrível) vai acontecer de novo quando eu olhar para ela e pensar: “Vamos lá, você é minha princesinha. Eu vou fazer de tudo o que eu puder para que você tenha uma vida feliz”.

Alguém compartilha desse sentimento? :-)

Um abraço.

Cecíia.

 

 

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Os (meus) mitos sobre a gravidez…

Quando engravidei pela primeira vez, me lembro bem de algumas coisas que já tinha ouvido falar sobre a gravidez e que na minha cabeça, aconteciam com todo mundo. Acho que é bem comum para as mamães de primeira-viagem também pensarem sobre isso, e acabarem percebendo, ao final dos 9 meses, que nem tudo o que aconteceu com a vizinha acontecerá com você.

Pensando nisso, fiz uma listinha daquilo que me lembro de parecer bem comum a todas, e com as considerações sobre as minhas duas gestações (já estou incluindo a segunda, que acaba em menos de 8 semanas). :-)

Toda grávida fica (e se sente) linda:

Hum… sei não! Na gravidez do Thiago tive muuuuitas espinhas e meu nariz ficou mega inchado. O processo de transformação começou cedo: tenho fotos com 20 semanas e a pele simplesmente horrorosa! Resultado: Fiquei a gravidez toda esperando acordar de um dia para o outro linda e com a sensação de “estou maravilhosa”. Não me sentia linda, mas quero acrescentar que me sentia muito feliz, em nenhum momento reclamei da situação. Da Marília até que começou bem, mas nas duas últimas semanas comecei a achar a pele meio estranha. Ufa, ainda bem que falta pouco tempo! Rs

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Na gravidez comemos por dois!

Bom, isso para mim ficou um pouco difícil de mensurar, uma vez que eu SEMPRE comi por dois. Sempre comi hiper bem, adoro comer de tudo: frutas, legumes e verduras, mas de vez em quando um lanche, pizza e brigadeiro também são bem-vindos! Costumo dizer que as vezes a comida é combustível para a gente ficar mais feliz! O que sinto na gravidez é um paladar um pouco mais aguçado, que percebe cada tempero e se permite experimentar um pouco mais…

Dá vontade de comer coisas estranhas, tipo sabão!

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Então, eu não tive essa vontade. Já li muitos textos sobre isso ser real e que até pode estar ligado a carência de algumas vitaminas, mas nada comprovado. O fato é que eu conheço muita gente que realmente comeu sabão, tijolo, terra e até pomba durante a gravidez! Ainda bem que depois que o bebê nasceu, passou… rsrs.

Todos os cheiros do mundo são sentidos por nós.

Para mim, fato mais do que comprovado! Um simples perfume é sentido a distância, e muitas vezes cheiros que sempre amamos vão ficando um pouco mais desagradáveis, digamos assim… Me lembro que quando estava esperando o Thiago, meu marido usava um perfume que eu tinha até ajudado a escolher, mas durante os meses não aguentava mais quando ele saía do banho e o passava (coitado, todo cheirosinho…), até que um dia tomei coragem e soltei: “Amor, esse seu perfume está demorando para acabar, né?”. Ufa! Pelo menos até o nascimento do Thi, ele deixou de usá-lo! Agora, se isso pode acontecer com cheiros bons, imagine como eu enlouquecia com cheiros ruins!

E você, tem mais algum mito que vivenciou na sua gravidez?

Um abraço.

Cecília.

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Nesse domingo comemoramos o Dia das Mães. É uma delícia, estar junto com a família, sentir o carinho das pessoas… mas também não acho nada batido dizer que o Dia das Mães é todo dia.

Essa semana meu texto na página do Nosso Bem Maior (Projeto do qual faço parte), fiz uma proposta diferente e quero compartilhar aqui com vocês. Você também pode entrar no link e conferir: http://nossobemmaior.com.br/blog.

Que tal nesse Dia das Mães você mesma se parabenizar? A idéia é não esperar os parabéns alheios, e sim reconhecer suas próprias razões para ganhar um abraço apertado (e o mais gostoso de todos) nesse Dia especial. Não estou menosprezando nada e nem ninguém, mas sim tentando promover nosso auto-conhecimento e nosso amor próprio.

Eu fiz uma lista de algumas razões pelas quais me orgulhava como mãe, e me senti muito inspirada, até mesmo para fazer algo mais. As vezes na correria de realizar algumas tarefas automaticamente, perdemos o tempo necessário para reconhecer o valor do que estamos fazendo… E ser mãe é o trabalho mais árduo de todos, realizado em tempo integral (estando perto fisicamente ou não), e sem folgas!

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Sugiro que você também faça essa lista (tudo bem se não for para o Dia das Mães), sempre que achar que o seu trabalho não tem valor ou tiver se questionando se precisa fazer algo a mais. Acredite, é muito bacana!

Para te ajudar, segue alguns exemplos da minha listinha:

  • Eu me parabenizo quando vejo meu filho sendo gentil com alguém sem que eu precise lhe dizer o que fazer naquele momento.
  • Eu me parabenizo quando ele se desculpa, quando ele agradece, quando ele se compadece com alguma coisa que está acontecendo a outra pessoa. Eu sei que cada um de nós tem a sua própria personalidade, mas um pouquinho disso que ele aprende, vem de mim.

 

Aproveite o clima da semana e reconheça que ser mãe é uma tarefa nada fácil, mas maravilhosa, em que aprendemos cada dia mais!

 

Feliz Dia das Mães para Nós!

 

Um abraço.

 

Cecília.

 

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