39-SEMANAS

Cheguei naquela fase da gravidez em que fico alerta a cada espirro. Se dói ali, se dói aqui, eu penso: “Será que é a hora?”. Bom, se estou aqui escrevendo é porque “ a hora” ainda não chegou, mas não custa nada ficar repassando mentalmente tudo o que eu quero e preciso deixar pelo menos ajeitado (já que é impossível controlar tudo) antes da baby nascer.

No primeiro filho ficamos ansiosos também, mas acho que agora a ansiedade aumenta pelo fato de já ter um outro, de pensar como vai ser essa hora para ele, de tentar não transformar tudo isso em um evento muito estranho para a cabecinha dele… afinal, será uma lembrança eterna, e já por si só bem marcante, afinal deixaremos de ser 3 pessoas e nos tornaremos 4… isso do dia para a noite, praticamente!

Mas voltando à parte prática (ou não tão prática assim) da questão, estou a cada dia arrumando mais coisa. O frio dificulta um pouco as roupas, pois usamos mais e temos mais medo de passar frio. A mala do Thi, por exemplo, que não se cobre a noite, tem que estar repleta de meias, calças, blusas e toucas… quem dá conta de não usar no dia a dia e deixar guardadinho só esperando a hora chegar? Meu marido também é super friorento, fez uma malinha com roupa para colocar por baixo da roupa que vai por baixo, ou algo assim… rs. Ele diz que eu só não tenho entendido tanto por estar grávida. Então fico só com 2 camadas de roupa mesmo, e já está bom!

Mas claro, o mais importante de tudo é manter os nossos corações aquecidos e prestes a esquentar a temperatura da filhota, enchendo de amor e carinho essa vidinha mágica que vai chegar… por que quanto mais frio faz lá fora, mais calor faz aqui dentro… não é?

Um abraço.

Cecília.

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cegonha

 

O que falar nas últimas semanas de gravidez para outras grávidas?

Eu queria contar como a minha gravidez têm me transformado. E não só fisicamente. Comecei a gravidez sendo uma pessoa. Uma psicóloga, mãe do Thiago, esposa do André. Satisfeita com as coisas como iam se desenrolando. Uma coisinha aqui e outra ali para mudar, um pouco de ambição nos meus sonhos, mas tudo ok, tudo bem como estava.

Estar grávida começou a me fazer pensar em vários aspectos da minha vida. Como será agora, que serei mãe de duas crianças? Como será que fica a minha vida profissional, o meu tempo, o meu corpo, a minha vida como um todo após isso? Fiquei pensando muito na mãe que eu gostaria de ser para a Marília. Isso também me ocorreu quando estava grávida do Thi, e sei que sou a melhor mãe que posso ser para ele. Mas afinal, agora sou outra pessoa, outra mulher. Como eu quero que a Marilinha me conheça?

Eu quero que ela me conheça feliz. Quero ser inspiradora para ela. Quero que ela me olhe no fundo dos olhos e sinta o quanto eu sou grata a vida por todo o meu caminho até aqui – incluindo as coisas que julguei desagradáveis quando me ocorreram – quero que ela sinta que aqui nessa casa ela é mais do que bem vinda, ela é esperada, ela veio para preencher um espacinho reservado para ela desde o dia em que sonhei em concebê-la. E isso só depende de uma pessoa: de mim. Por isso prezo tanto o emocional das gestantes. Por isso atormento tanto em relação a importância de fazer um acompanhamento psicológico na gravidez. Porque acredito que toda a nossa essência muda, toda a nossa vida passa diante dos nossos olhos quando estamos carregando uma vida dentro de nós.

E assim está sendo comigo. Uma gravidez diferente da primeira, como já imaginei que seria. E que me proporcionou muitos momentos de reflexão e tem me levado a tomar atitudes das quais jamais imaginei em toda a minha vida em busca da minha felicidade, simplesmente porque sei que a minha felicidade irá refletir no bem-estar dela. Como já acontece com o Thi.

Se eu puder desejar a todas as grávidas alguma coisa (além de tenha uma boa hora, que eu particularmente adoro ouvir!), é que todas tenham tempo para entrar em contato com elas mesmas, de entender quais são seus anseios, suas vontades e seus medos, não somente em relação a gestação, mas em relação a toda a sua vida… Já pensou nisso??

Um abraço.

Cecília.

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Como fazer bons negócios na compra de roupinhas para o seu bebê!

Oi mamãe!

Essa semana vendi umas roupinhas importadas que tinha comprado quando o Thi ainda estava na barriga (em 2012), em um grupo de Desapego, você já ouviu falar?

Eu acompanhava muitos brechós e confesso que a sacola aonde eu guardava essas roupas estava guardada há mais de 1 ano para serem vendidas em um deles. Porém quando descobri esses grupos percebi que é possível vender por um preço justo para os dois lados (acho que a maioria dos brechós pagam muito pouco pela peça, quando não aceitam a venda somente por consignação). Achei a venda excelente, combinei a entrega com a pessoa em um lugar público e deu tudo certo, nós duas saímos felizes! As roupinhas estavam em ótimo estado! O dinheiro das minhas vendas foi usada também para comprar roupas para a Marília (que ainda está na barriga) e aqui aproveito para dar uma outra dica.

Algumas lojas já estão trabalhando com vendas em Atacado online, possibilitando uma compra maior e por um preço mais bacana, e é interessante tanto para nós mamães quanto para as pessoas que revendem. Com o dinheiro da venda das roupinhas usadas, eu consegui comprar quase o dobro de peças, e ainda por cima, novas!

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A própria Loja Era Uma Vez já está trabalhando com esse tipo de venda, e posso garantir que compensa e muito, a gente não precisa nem sair de casa para comprar e o desconto chega a 30%! Vou deixar o link para que você conheça e entenda melhor como funciona essa nova forma de compras tão interessante, e com as roupinhas de qualidade que já aprovamos: Compras Atacado – Era Uma Vez

Ufa! Estou feliz e tenho certeza que estou comprando a mesma quantidade de roupas para a minha filhota que comprei para o Thi, mas economizando o máximo. Coisas que só a experiência traz, não é?

E você, o que tem feito para economizar?

Um abraço.

Cecília.

 

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