Você está grávida e é mamãe de primeira viagem?

Se respondeu sim a minha pergunta acima, queria dividir algumas coisas com você.

Se respondeu não, esse texto também é para você, pois acredito que poderá se identificar com minhas considerações.

Os primeiros 2 meses (ou mais, em alguns casos) serão de total “adaptacção”:

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Enquanto os primeiros dias com o bebê em casa serão de descobertas (do tipo tentar decifrar cada choro – e você vai conseguir bem rápido), os primeiros meses com ele serão de adaptação de toda a família. O sono será diferente, a hora das refeições será diferente, a própria refeição será diferente. Se você está acostumada a prepará-las, pode precisar de ajuda de alguém para isso ou pedir comida fora de vez em quando.

Ah! Os banhos também vão mudar! Vai demorar um pouquinho para você tomar aquele banho delicioso e relaxante de rainha, sabe? Mesmo se não estiver sozinha com o baby, vai querer tomar banhos mais curtos, afinal ele pode precisar de você justamente enquanto estiver lavando o cabelo (e isso provavelmente irá acontecer).

Muitas dúvidas vão aparecer: a pele descascar é normal? Fazer tanto cocô é normal?  Suar tanto pela cabeça é normal? E muitas mais… diferentes ou iguais a estas, afinal cada bebê funciona de um jeito e cada família estará preparada (ou não) até certo ponto. É bom ir anotando tudo o que precisar de resposta para as primeiras consultas ao pediatra, e acredite, eles estão super acostumados com essas listinhas!

Depois fica mais fácil…

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Aí os meses vão passando, seu bebê vai interagindo mais. Fazendo caretas quando não curte alguma coisa (o mais fofo são os biquinhos antes de chorar) e você vai reconhecer aquela confortável carinha de “não preciso de nada agora”.

Todo aquele começo de dúvidas será rapidamente lembrado com muito humor ou até mesmo esquecido, e com 5 ou 6 meses você já vai estar pensando: “Até que somos bons pais… já podemos ter outro!” rs.

E, mais do que nunca, cada SEGUNDO é especial, por mais tenso que seja, vai passar rápido demais, e não tem como fugir disso. Por isso curta muito, cheire muito, pegue no colo sempre que der vontade, faça o que o seu coração mandar mesmo que isso não seja o que outras pessoas fariam. Afinal, o filho é seu! :-)

Um abraço!

Cecília

 

 

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Estar em casa cuidando do(s) filho(s) é uma delícia, tive essa experiência com o Thiago por um bom tempo e agora também terei com a Marília, pelo menos nos primeiros meses. Mas preciso dizer que ainda mais importante do que o tempo que passamos com nossos filhos é a QUALIDADE desse tempo.

É importante reconhecer quando estamos cansadas, estressadas, sem paciência… e principalmente aceitar essa condição, que é absolutamente normal se somos seres humanos! Aprender a administrar nosso estresse está entre as principais dicas para quem quer criar filhos felizes, então já sabemos que estar com eles 24h por dia não necessariamente fará com que ele se sinta completo e plenamente feliz…

É preciso um tempo para nós. Um relaxamento, uma atividade recreativa, um simples café da tarde sozinha com seus pensamentos, ou até continuar a terapia interrompida por conta da proximidade do parto (super apoio! Rs). Isso pode ser difícil nas primeiras semanas de vida do bebê, mas conforme ele vai tendo uma rotina você conseguirá identificar o melhor momento para essa dedicação a si mesma.

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Nossos pequenos podem parecer bebezinhos indefesos, mas conforme vão crescendo é muito importante para eles que convivam com pessoas que estejam felizes, que estejam tranquilas e cheias de carinho para dar quando estão com eles. É claro que sempre teremos preocupações, mas se tivermos alguma forma de aliviar essa tensão (e aqui não conta ficar brincando com o baby, apesar de ser uma atividade bem relaxante), tudo vai fluir melhor!

Me lembro quando meu filho tinha pouco mais de 1 mês e eu sairia sem ele pela primeira vez, para fazer a unha, em um salão praticamente na esquina de casa. O evento foi planejado com antecedência e combinado nos mínimos detalhes com minha mãe (que ficaria com ele nesses longos 50 minutos), e tinha mais um caráter de “vamos ali lembrar que ainda existe mundo longe dele” do que o estético propriamente dito, já que eu não tinha o costume de fazer a unha sempre e isso não era problema para mim. Não me lembro de ter falado conversado sobre nada que não dissesse respeito aquela coisinha mais linda do mundo que estava me esperando em casa, mas foi um ótimo exercício e me fez perceber como seria dali para frente. Difícil, estranho, mas necessário. Cheguei MORRENDO de saudades dele! Rsrs.

Então antes de se sentir menos mãe quando sente vontade de ficar 25 minutos sozinha e em silêncio, repare se está tendo ajuda e se é possível que você mesma tome alguma atitude para mudar. Ficar com os filhos é uma delícia, mas saber que a gente ainda existe longe deles e o amor continua o mesmo (de ambos os lados), é melhor ainda.

Um abraço!

Cecília.

 

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Eu costumo dizer que nem mesmo quando estamos grávidas sentimos 100% como é ser mãe. Afinal o grande acontecimento, que é o nascimento, é um marco incrível na linha do tempo da nossa vida. O que foi antes ficou para trás, bye-bye! A vida (re)começa naquele dia.

Pensando nisso resolvi pontuar as coisas mais importantes que aconteceram comigo depois daquele 03/12/2012 em que meu príncipe nasceu:

1) Me tornei infinitamente mais preocupada com o mundo.

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Acho que sempre prestei atenção ao que ocorre do lado de fora do trabalho, de nosso casa, enfim, no mundo. Mas depois que o Thiago nasceu a preocupação sempre é: “Meu Deus, como serão as coisas quando ele crescer?”, isso em todos os aspectos: segurança, saúde, meio-ambiente. Acho que se tornar mãe engrandece a pessoa nesse sentido, faz a gente querer colocar mais a “mão na massa” pra mudar as coisas… nem que seja só um pouquinho…

2) Me tornei ainda mais (e achava que isso era impossível..rs!) sensível ao próximo. Entrei naquela idéia de que “todo mundo tem mãe”. Antes meu lado psicóloga já me fazia pensar que todo mundo tem a sua história, mas agora a coisa ficou tensa… rs! Todas as pessoas para mim merecem carinho, amor, uma segunda chance em seus erros, e isso é muito bom do ponto de vista humano, mas também preciso estar atenta o tempo todo se estou exagerando na dose… as vezes uma cara feia ou um não muito bem dado é mais do que necessário!

3) Os dias tristes ficaram mais escassos. É verdade o que você sempre ouviu… as crianças sentem no ar quando estamos chateados com algo. Várias vezes me vi aborrecida e lá vinha o Thiago me beijando e me abraçando, ou até antes de saber fazer tudo isso, ele lançava um sorrisinho de canto de boca e eu já entendia tudo. Ele queria que eu ficasse bem! :-)

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4) Valorize seu tempo! E não somente o tempo em que estamos com eles! Brincar e conversar com meu filhote está entre as coisas que mais gosto de fazer neste mundo, mas também aprendi que quando ele dorme ou está na escolinha eu posso (e não vejo problema algum nisso) correr para fazer minhas coisas, planejar a minha vida… A gente precisa arrumar um tempo para nós também.

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5) Educar não é nada fácil! E começa bem cedo. Mesmo naquela fase em que o bebê começa a explorar o mundo é importante dizer não. As vezes a gente se sente chata de tanto repetir e até pensamos que as crianças não entendem nada… Mas elas entendem sim! Você vai ver quantas vezes seu bebê vai olhar para você antes de fazer uma arte. Eles sabem o que pode e não pode… e isso é graças a você! Rs

Enfim, é assim que me sinto…

Te convido a fazer a sua listinha do que você aprendeu, é um exercício muito bacana que nos permite uma reflexão que nem sempre conseguimos fazer…

Até a próxima semana!

Abraços.

Cecília.

 

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Olá!

Em primeiro lugar quero dizer que estou muito feliz por fazer parte deste time!

Eu sou a Cecília, psicóloga clínica, também escrevo no blog do Nosso Bem Maior (nossobemmaior.com.br/blog) , um espaço bem bacana ao qual também tenho orgulho de pertencer! Além disso, tenho o prazer de atender gestantes e orientar mamães e papais no consultório.

Mas antes do meu lado profissional, também sou mãe do Thiago (3 anos) e da Marília, que ainda está curtindo minha barriguinha enquanto pode… rs.

Pretendo compartilhar com vocês minhas experiências pessoais e profissionais nesse maravilhoso (e as vezes cansativo também!) mundo da maternidade!

Nossa encontro está marcado para toda sexta-feira, ok?

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Cecília Esteves, Psicóloga Clínica e Hospitalar, com foco em Orientação de pais, apoio Psicológico a gestantes e Mulheres com dificuldades de engravidar, pacientes com doenças crônicas e enlutados.

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Olha eu aqui de novo!

Dentro da compra que fiz na Era Uma Vez, tem umas boas opções de pijamas. Até há pouco, a Lia usava pra dormir a mesma roupa que poria nela pra ficar em casa, porque bom um tempo basicamente é body e calça ou body e shortinhos, né? Claro, tinha o dia do vestidinho, de uma calça jeans ou algo mais emperiquitado, mas o dia a dia é sempre o body mesmo.

Mas agora com 1 aninho, como falei no post passado, os conjuntinhos são mais camisetinha, então vale muito procurar por pijamas bem confortáveis pra eles dormirem tranquilos, numa booooa, rsrs.

Comprei 3 de manga longa e calça e 1 de calor, manga curta e shorts. Comprei mais de manga longa, porque minha bebê é extremamente calorenta e ela precisa dormir com o ventilador ligado, mesmo se a noite estiver fresca, então, pra não correr o risco dela passar frio durante a madrugada, coloco o de manga longa que ela vai embora a noite toda, rs.


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Esse de manga curta na verdade não é bem um pijama, no site ele está na parte de conjunto curto, mas ele é tão molinho, o tecido é tão gostoso, que usarei ele de pijama, tranquilamente, rsrs. Gostei de todos os que escolhi, o tecido é leve, não achei nenhuma costurinha chata que pudesse incomodá-la, são fáceis de vestir e claro, são uma graça. Alegres e bem meigos. Mas vale uma observação: os de manga longa são tamanho 1, só que todos ainda são grandes pra minha filha. Ela não é aquele bebê grandão, sabe? Ou seja, se seu bebê for mais “miudinho” igual a minha talvez comprar o tamanho G de outros modelos, já que esses que me refiro estão disponíveis só a partir da numeração 1. Bom, eu optei em esperar alguns meses pra poder usá-los, não vou trocar. Mas não tem problema, sabemos que tamanho grande pra bebê e criança não é problema, já que num piscar de olhos já passam a servir.

Se quiserem encontrar no site, aqui tá o link:

http://www.lojaeraumavez.com.br/roupa-infantil/pijamas-52/c

http://www.lojaeraumavez.com.br/bebe-menina/conjuntos-curto-280/c

Até o próximo post, beijos.

Por Cadime Almeida.

 

 

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Olá mamães.

Hoje é o meu primeiro post pra Loja Era Uma Vez e pretendo de verdade fazer post’s úteis para nós mamães e para nossos bebês.
Me chamo Cadime, tenho uma bebê que acaba de completar 1 aninho.
A compra que eu fiz na Era Uma Vez acabou de chegar e adorei tudo. Realmente os produtos são fiéis as fotos que estão no site e não tive nenhuma surpresa negativa, ufa =P rs
Das coisas que comprei, hoje escolhi falar dos bodys. Não sei se vocês são assim, mas eu, confesso que não sou super fã de camisetinha para o dia a dia, sou amante do body. Acho ele muito prático, já que ele segura a fralda, não fica subindo e saindo da calça, do shorts e aí o bebê não fica pagando barriguinha toda hora e a gente também não precisa ficar ajeitando o tempo todo, rsrs.
Só que a Lia por já estar com 1 aninho usa tamanho GG ou 1. E aí que vem a questão, eu não achei tão fácil assim essa numeração em body, só mais em camiseta e blusa mesmo. Com vocês também é assim?
Mas a boa notícia é que na Era Uma Vez eu achei e obviamente já comprei o pacotinho com 3, já que são aquelas pra bater mesmo, sabe?
Gostei muito, o tecido nem é levinho demais e nem tão encorpado assim, então pra um dia ameno ou pra um dia frio, ele é perfeito. Ah, e tem mais uma coisa, ele é molinho, facinho de vestir. Porque tem uma coisa que não suporto, que são aqueles bodys super duros pra vestir, a Lia sai do banho relaxada e não final da troca já se estressa, rs, já que é um parto para colocar.
O body que me refiro é esse aqui:
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Bom, por hoje é isso.
Espero que tenha sido útil de alguma maneira e logo estou de volta.
beijos.
Por Cadime Almeida.
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Orientações para a introdução das refeições sólidas para os bebês

Esquema alimentar no 1O ano de vida

A partir dos 6 meses, deve-se começar a introdução de novos alimentos, sem, no entanto, abandonar a amamentação. Esse processo deve ser feito de modo gradativo, pois só após os 4 (caso a mãe tenha que retornar ao trabalho) ou 6 meses é que o sistema digestivo está pronto para receber outros alimentos além do leite materno.

Na primeira semana, comece a introduzir as papinhas de frutas no intervalo das mamadas da manhã, na quantidade que o bebê aceitar. Não é necessário adicionar açúcar, o melhor é habituar a criança com os sabores das frutas. Na segunda semana, introduzir as papinhas no intervalo das mamadas da tarde.

Na terceira semana, é o momento de oferecer a papa salgada do almoço e na quarta semana, a papa do jantar. É importante observar a aceitação do bebê para que não se exclua precocemente as mamadas que eram oferecidas nos horários das refeições salgadas, pois cada criança tem um ritmo de aceitação. Você pode oferecer também suco de fruta natural alguns minutos após o almoço.

 

Dicas

  • O bebê pode comer todo tipo de fruta ou tomar qualquer suco, o processo de aceitação é demorado, por isso é importante oferecer diversas vezes um mesmo alimento até que ele seja aceito. Quanto aos sucos, se possível, prepará-los na centrífuga, pois o aproveitamento é muito grande, proporcionando maior oferta de fibras.
  • A papinha salgada deverá conter uma raiz ou um tubérculo, dois legumes, uma folha e carne (bovina ou frango).
  • É aconselhável oferecer macarrão, arroz e fubá após a introdução e aceitação das papinhas no almoço e no jantar, o geralmente acontecerá após o sétimo mês. Além disso, ao introduzir esses alimentos, dê preferência aos integrais.
  • Você não precisa utilizar temperos para preparar as papinhas, o que favorecerá o reconhecimento do alimento e a aceitação. Se você optar em utilizar temperos, use pequenas quantidades de óleo, sal e cebola.
  • Coloque um fio de azeite na papinha, antes de servi-la.
  • Os alimentos podem ser cozidos todos juntos, sob pressão. Geralmente 15 minutos na pressão, com quantidade de água suficiente para cobrir os legumes, são suficientes para se obter uma boa consistência da papinha.
  • Não bater a papinha no liquidificador, pois a papa liquidificada não estimula a mastigação e nem permite que a criança aprenda a conhecer os diferentes sabores.
  • As papinhas salgadas podem ser congeladas por até três meses, esse processo de conservação mantém as características nutricionais dos alimentos, desde que sejam tomados alguns cuidados no procedimento de preparo:

Choque térmico: Após o preparo, a papinha deve ser colocada, ainda quente e na própria panela, num recipiente com gelo, o que pára o cozimento e impede que ela seja contamina por microorganismos. Quando não se faz o resfriamento de forma rápida, o alimento irá demorar para atingir uma temperatura adequada para ser colocado no freezer e é justamente neste momento, onde a temperatura não é elevada e nem baixa, que os microorganismos mais se reproduzem.

Porções individuais: Após resfriada, a papinha deve ser colocada em porções que dêem para uma refeição do bebê, num recipiente pequeno, de modo que não sobre espaço. Feche em seguida (retire o ar) e leve ao freezer. Esse procedimento evita o excesso de ar, que prejudica a qualidade da papinha.

Descongelamento: Descongele naturalmente na geladeira e, em seguida, coloque numa panela no fogo convencional. Não deixe a papinha descongelando em temperatura ambiente, pois a temperatura será reduzida gradativamente, sem controle. Esse processo facilita a contaminação de microorganismos.

 

Sugestões de Papinhas

1 raiz, uma carne, 1 folha e 2 legumes

 

  1. Batata, frango, espinafre, cenoura e chuchu
  2. Mandioca, carne moída, couve, beterraba e abobrinha
  3. Mandioquinha, músculo, acelga, abóbora e chuchu
  4. Inhame, carne, chicória, abóbora e abobrinha

 

São apenas alguns tipos de papinhas que você pode variar conforme a regrinha acima.

 

 

 

Priscila Von Zuben Tassi

Nutricionista

CRN 11.121

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